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quinta-feira, abril 06, 2006

POUCO GRACIOSA

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A notícia vem da Graciosa mas não é nada graciosa para as criaturas que lá vivem. Mas parece que o governo impediu a autarquia de andar em frente.

««PEDIDO PARA ABATER CÃES VADIOS A TIRO DEVE-SE FALTA DE MEIOS

Diário dos Açores, 31/03/2006 09:03:9

A Câmara Municipal de Santa Cruz da ilha Graciosa solicitou à PSP o abate a tiro de cães vadios, que atacam explorações pecuárias locais, alegando que a autarquia tem falta de meios para resolver o problema.
José Ramos Aguiar, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, confirmou à agência Lusa que "pediu a intervenção da polícia" por não ter alternativas, já que o "canil municipal se encontra encerrado por falta de pessoal".
"No início do ano, pretendemos contratar, a tempo parcial, um médico veterinário, mas a Lei do Orçamento de Estado inviabiliza novos contratos de trabalho", adiantou o autarca.
Recentemente, cerca de duas dezenas de criadores de cabras e bezerros queixaram-se ao Município dos elevados prejuízos com animais mortos por ataques dos cães vadios nas explorações.
De acordo com José Ramos Aguiar, "os cães vadios depois de capturados têm de permanecer no canil, segundo a legislação em vigor, por trinta dias", até que se encontre uma solução para cada animal que, no limite, será o seu abate, o que sem um veterinário não pode ser feito.
Contactado pela autarquia, Fernando Pratas, comandante da PSP de Angra do Heroísmo, que tem jurisdição na ilha Graciosa, assegurou que "as acções serão levadas a efeito por solicitação da autarquia, que não possui outros meios para abater os animais".
"A intervenção da polícia será, apenas, quando existir um delito flagrante e não indiscriminadamente e quando estejam em causa os bens e a integridade física dos cidadãos", adiantou o comandante da PSP. Fernando Prata disse ainda que o Ministério Público foi consultado sobre esta medida, tendo considerado correcta a interpretação que é feita da legislação para o abate a tiro de "animais errantes".
O chefe dos serviços de desenvolvimento agrário da ilha Graciosa, Hélder Bettencourt, disse que não foi contactado com qualquer pedido de colaboração dos dois veterinários que ali trabalham. "Se foram contactados particularmente não tenho qualquer conhecimento", acrescentou Hélder Bettencourt.
Ontem, a secretaria regional dos Açores da Agricultura e Florestas alertou a câmara de Santa Cruz, que o abate a tiro de cães vadios contraria os direitos dos animais e o seu bem-estar.
Numa nota, aquele departamento governamental adiantou que em alternativa, a Câmara Municipal de Santa Cruz deve, "em primeira instância", optar pela captura e recolha para o seu Centro de Recolha Oficial (canil), de acordo com legislação em vigor.
"Desta forma, um médico veterinário poderá proceder ao abate dos animais não reclamados nem cedidos, no prazo mínimo de oito dias", acrescenta.
A Câmara Municipal de Santa Cruz revelou ter solicitado à PSP o abate a tiro de cães vadios, que atacam explorações pecuárias locais, alegando que a autarquia da ilha Graciosa tem falta de meios para resolver o problema.
A secretaria regional da Agricultura e Florestas aconselha ainda a Câmara "a lançar mão do disposto no ponto 05 do artigo 2º do Decreto-Lei nº 116/98 de 5 de Maio", que permite às autarquias solicitar a colaboração do médico veterinário da edilidade mais próxima.
"Caso persistam algumas dificuldades em cumprir com as prioridades legalmente fixadas, deve solicitar o apoio dos Serviços da direcção regional do Desenvolvimento Agrário", refere.
De acordo com a secretaria, o cumprimento da legislação em vigor "não colide com o legítimo interesse dos cidadãos que observem danos resultantes da acção dos cães vadios, antes permite controlar a situação por métodos adequados e legalmente prescritos".
Recentemente, cerca de duas dezenas de criadores de cabras e bezerros queixaram-se ao Município dos elevados prejuízos com animais mortos por ataques dos cães vadios nas explorações.
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««ABATE A TIRO DE CÃES VADIOS CONTRARIA DIREITOS E BEM-ESTAR ANIMAIS

por Lusa/Açoriano Oriental, 30-03-2006 14:34:00

A secretaria regional dos Açores da Agricultura e Florestas alertou hoje a câmara de Santa Cruz, ilha Graciosa, que o abate a tiro de cães vadios contraria os direitos dos animais e o seu bem-estar

Numa nota, aquele departamento governamental adiantou que em alternativa, a Câmara Municipal de Santa Cruz deve, "em primeira instância", optar pela captura e recolha para o seu Centro de Recolha Oficial (canil), de acordo com legislação em vigor.
"Desta forma, um médico veterinário poderá proceder ao abate dos animais não reclamados nem cedidos, no prazo mínimo de oito dias", acrescenta a secretaria regional da Agricultura e Florestas, indicando ter enviado hoje um ofício à autarquia da Graciosa.

A Câmara Municipal de Santa Cruz revelou ter solicitado à PSP o abate a tiro de cães vadios, que atacam explorações pecuárias locais, alegando que a autarquia da ilha Graciosa tem falta de meios para resolver o problema.

José Ramos Aguiar, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, disse ter "pedido a intervenção da polícia" por não ter alternativas, já que o "canil municipal se encontra encerrado por falta de pessoal".

De acordo com José Ramos Aguiar, "os cães vadios depois de capturados têm de permanecer no canil, segundo a legislação em vigor, por trinta dias", até que se encontre uma solução para cada animal que, no limite, será o seu abate, o que sem um veterinário não pode ser feito.

A secretaria regional da Agricultura e Florestas aconselha ainda a Câmara "a lançar mão do disposto no ponto 05 do artigo 2º do Decreto-Lei nº 116/98 de 05 de Maio", que permite às autarquias solicitar a colaboração do médico veterinário da edilidade mais próxima.

"Caso persistam algumas dificuldades em cumprir com as prioridades legalmente fixadas, deve solicitar o apoio dos Serviços da direcção regional do Desenvolvimento Agrário", refere.

De acordo com a secretaria, o cumprimento da legislação em vigor "não colide com o legítimo interesse dos cidadãos que observem danos resultantes da acção dos cães vadios, antes permite controlar a situação por métodos adequados e legalmente prescritos".

Recentemente, cerca de duas dezenas de criadores de cabras e bezerros queixaram-se ao Município dos elevados prejuízos com animais mortos por ataques dos cães vadios nas explorações.»»
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««in «a união-jornal on line», 31-3-2006

GRACIOSA DESESPERADA - ABATE TIRO DE CÃES VADIOS CONTRARIA BEM-ESTAR ANIMAL

A secretaria regional dos Açores da Agricultura e Florestas alertou ontem a câmara de Santa Cruz, ilha Graciosa, que o abate a tiro de cães vadios contraria os direitos dos animais e o seu bem-estar.

Numa nota, aquele departamento governamental adiantou que em alternativa, a Câmara Municipal de Santa Cruz deve, "em primeira instância", optar pela captura e recolha para o seu Centro de Recolha Oficial (canil), de acordo com legislação em vigor.
"Desta forma, um médico veterinário poderá proceder ao abate dos animais não reclamados nem cedidos, no prazo mínimo de oito dias", acrescenta a secretaria regional da Agricultura e Florestas, indicando ter enviado hoje um ofício à autarquia da Graciosa.
A Câmara Municipal de Santa Cruz revelou ter solicitado à PSP o abate a tiro de cães vadios, que atacam explorações pecuárias locais, alegando que a autarquia da ilha Graciosa tem falta de meios para resolver o problema.
José Ramos Aguiar, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, disse ter "pedido a intervenção da polícia" por não ter alternativas, já que o "canil municipal se encontra encerrado por falta de pessoal".
De acordo com José Ramos Aguiar, "os cães vadios depois de capturados têm de permanecer no canil, segundo a legislação em vigor, por trinta dias", até que se encontre uma solução para cada animal que, no limite, será o seu abate, o que sem um veterinário não pode ser feito.
A secretaria regional da Agricultura e Florestas aconselha ainda a Câmara "a lançar mão do disposto no ponto 05 do artigo 2º do Decreto-Lei nº 116/98 de 05 de Maio", que permite às autarquias solicitar a colaboração do médico veterinário da edilidade mais próxima.
"Caso persistam algumas dificuldades em cumprir com as prioridades legalmente fixadas, deve solicitar o apoio dos Serviços da direcção regional do Desenvolvimento Agrário", refere.
De acordo com a secretaria, o cumprimento da legislação em vigor "não colide com o legítimo interesse dos cidadãos que observem danos resultantes da acção dos cães vadios, antes permite controlar a situação por métodos adequados e legalmente prescritos".
Recentemente, cerca de duas dezenas de criadores de cabras e bezerros queixaram-se ao Município dos elevados prejuízos com animais mortos por ataques dos cães vadios nas explorações. »»
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AQUÉM E ALÉM

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A Fundação Bial e o seu presidente Luís Portela, que há anos entrevistei para «A Capital», continua fiel à sua simpatia pela chamada «parapsicologia». Não gosto do nome mas a intenção é boa. Que siga a fazer congressos «aquém e além cérebro». Antes assim que pior.

««In «portugal diário», 2006/03/31 | 19:21

««TEMOS UM SEXTO SENTIDO?
PARAPSICOLOGIA: O PAPEL DA MEMÓRIA NA RECEPÇÃO EXTRASENSORIAL

«O 6.º Simpósio «Aquém e Além do Cérebro», que a Fundação Bial está a realizar no Porto, e que reúne especialistas nas áreas das Neurociências e da Memória, aborda este sábado temas como o papel da memória e da emoção no testemunho de experiências intuitivas, se é verdade que temos mesmo um «sexto sentido» ou se as experiências excepcionais podem produzir relatos verídicos.

Durante a sessão deste sábado, Richard S. Broughton falará sobre o papel da memória e da emoção em experiências anómalas e a forma como o sistema emocional influencia as imagens da memória e as alucinações durante a vigília que frequentemente são interpretadas como originadas por um «sexto sentido». Este investigador de Psicologia na Universidade de Northampton, Inglaterra, procurará também discutir qual o papel da memória na capacidade de intuição.

A última sessão de trabalhos do simpósio é subordinada ao tema «Memória e a Parapsicologia» e abordará diversas perspectivas sobre o papel da memória na investigação parapsicológica experimental e em experiências paranormais.

Caroline Watt, da Universidade de Edimburgo, será responsável pela coordenação da sessão que contará com a participação de John Palmer e Rex Stanford. Este último cientista analisará a influência que a memória tem na capacidade de recepção de informação de modo extrasensorial.»»
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in «região de leiria», 1-4-2006

FUNDAÇÃO BIAL FINANCIA CADEIRA DE PARAPSICOLOGIA EM EDIMBURGO

A Fundação Bial vai apoiar financeiramente a cadeir a de parapsicologia da Koestler Parapsychology Unit da Universidade de Edimburgo , anunciou hoje Luís Portela na inauguração do simpósio Aquém e Além do Cérebro, no Porto.
O presidente da farmacêutica Bial, que, em conjunto com o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, criou a Fundação Bial, adiantou que este apoio durará três anos e foi concedido "excepcionalmente" em honra do fundador daquela cadeira, Robert Morris, considerado um dos "pais" da parapsicologia mundial.
A noite de arranque do simpósio, nesta edição dedicado à memória, foi marcada quase em exclusivo pela homenagem a Morris, colaborador durante anos da Fundação Bial, como recordou Luís Portela.
Recordando que conheceu Robert Morris no primeiro simpósio Aquém e Além do Cérebro, em que aquele investigador foi orador, Luís Portela descreveu a colaboração que desde então manteve com a Fundação Bial, "viajando frequentemente de Edimburgo ao Porto para participar em reuniões" e deslocando-se mesmo a algumas universidades portuguesas, como a do Minho ou a Fernando Pessoa.
A morte repentina de Robert Morris, aliada à diminuição dos donativos e bolsas concedidos à cadeira de parapsicologia da Universidade de Edimburgo, Reino Unido, levou a Fundação Bial a conceder um apoio financeiro por três anos, de mo do a permitir à sua equipa directiva reorganizar o curso e conseguir formas próprias de financiamento.
A única condição que a Fundação colocou foi a de que a cadeira passe a chamar-se "Robert Morris Chair in Parapsychology".
Luís Portela anunciou ainda que arranca segunda-feira o período para candidaturas a uma nova edição de bolsas da Fundação Bial, vocacionadas para projectos de investigação portugueses ou estrangeiros nas áreas da parapsicologia e psicofisiologia.
Com valores entre os cinco e os 50 mil euros, as bolsas, normalmente lançadas de dois em dois anos, já apoiaram, desde que foram criadas, 648 cientistas de 21 países, agrupados em 205 equipas de trabalho.
Até sábado, cerca de 20 cientistas e investigadores de vários países apresentam no auditório da Ordem dos Médicos no Porto as últimas descobertas sobre a memória aos cerca de 300 congressistas inscritos no simpósio. A abordagem do tema foi dividida em três painéis, o primeiro dedicado aos processos básicos e moleculares de criação da memória, a sua ligação a experiências excepcionais e a análise da existência ou não de fenómenos "psi", ou parapsicológicos.»»
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««in «correio da manhã», 2006-03-31 - 00:00:00

«SIMPÓSIO DO CÉREBRO
ESPERANÇA PARA MALES DA MEMÓRIA

Luís Lopes/Porto - António Rilo?

ALCINO SILVA GRANJEOU ADMIRAÇÃO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA

«Mais conhecido nos Estados Unidos do que em Portugal, o investigador Alcino Silva tem dedicado os últimos anos ao estudo do funcionamento da memória. O desafio em que se envolveu apaixonadamente foi o de perceber os mecanismos moleculares do cérebro no processamento das memórias.

E concluiu que uma proteína que pode estar presente no córtex cerebral (alfa-CaMKII) parece estar envolvida na conversão das memórias de curta duração em longa duração.

“Na memória recente, o hipocampo tem um papel fundamental, correspondendo à memória RAM de um computador. O córtex, neste caso, será o disco rígido, onde se armazena a de longo prazo”, resume o cientista ao CM, pouco antes da palestra que trouxe ao Simpósio da Bial Aquém e Além Cérebro a decorrer no Porto, na Casa do Médico, dedicado à ‘Memória’.

As descobertas da equipa chefiada pelo neurobiólogo português radicado em Los Angeles sugerem novos métodos para o tratamento de transtornos da memória, incluindo a doença de Alzheimer.

A sessão desta noite é aberta a todo o público, que pode colocar questões aos cientistas.

APRENDIZAGEM COM ESTATINAS

Há um medicamento que pode reverter defeitos cognitivos que causam dificuldades de aprendizagem. A solução poderá estar nas estatinas, uma classe de drogas há muito utilizada na redução do colesterol. A equipa de Alcino Silva descobriu que as mutações de um gene poderão ser a causa do problema para esse defeito, chamado de NF1.

Ratos geneticamente alterados para ter o mesmo defeito que o NF1 humano a quem foi fornecida uma dose de estatinas melhoraram significativamente a sua capacidade de atenção.

“Os testes em humanos estão a ser realizados na UCLA, Roterdão e Washington e dentro de um ano e meio ou dois teremos resultados seguros. Poderemos, eventualmente, obter um fármaco eficaz para um problema que afecta uma em cada 20 crianças dentro de cinco ou seis anos”, disse ao CM o cientista.

Alcino Silva considera que as drogas devem ser só utilizadas para as doenças. “Para os outros, o estímulo da memória faz-se com exercício físico e intelectual e oito horas de sono diárias.”

PERFIL

Alcino Silva nasceu em 1961 no lugar de Vimieiro, Sande, Marco de Canaveses. Foi para os EU em 1978, onde casou com uma americana de quem tem dois filhos, de 16 e 19 anos. É professor no departamento de Neurobiologia, Psiquiatria e Psicologia da Universidade da Califórnia, LA.

Luís Lopes, Porto»»
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LINDA GENTE

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As criancinhas por força que serão sempre adoráveis, mesmo quando têm iniciativas como esta em Montemor-o-Velho. Que fique para a posteridade.

««In «portugal diário», 30-3-2006

««JOVEM ATIRA GATOS DO ALTO DO CASTELO - E filma para mostrar aos amigos. GNR e MP estão a investigar

2006/03/30 | 15:43 || Sara Marques

Um vídeo que circula nos telemóveis está a chocar os amigos dos animais em Portugal. As imagens, a que o Portugal Diário teve acesso, mostram um jovem, que segundo as autoridades tem 18 anos, a atirar um gato do castelo de Montemor-o-Velho, enquanto sorri para a câmara.

Segundo a associação Animal, o vídeo anda a circular pelos telemóveis de muitos estudantes do ensino secundário da zona de Coimbra e também na internet. Um professor teve acesso às imagens e denunciou a situação a um veterinário, que contactou a Animal.

Segundo o presidente da associação, Miguel Moutinho, além deste vídeo, existem mais «dois semelhantes». Miguel Moutinho conta que um dos gatos que foi atirado do alto do Castelo «terá morrido instantaneamente, depois de cair sobre um carro que circulava, que terá ficado danificado». Noutros dois episódios, «os gatos não terão morrido instantaneamente», mas, devido aos ferimentos, «terão acabado por morrer de forma extremamente dolorosa».

«A GNR já identificou o jovem e comunicou os factos ao Ministério Público», disse ao Portugal Diário o Sargento Gaspar, da GNR de Montemor-o-Velho. O responsável afirma que agora é necessário «avaliar a dimensão da situação», mas considera que se terá tratado «de casos isolados, motivados pelo exibicionismo», devido à preocupação em filmar a acção.

O presidente da Animal afirma que «os gatos deverão ser roubados nas aldeias próximas», mas a GNR disse que, para já «não tem conhecimento de roubos de animais na região».

O jovem pode ser condenado ao pagamento de uma coima que varia entre 500 e 3740 euros e, a confirmar-se que estes gatos tenham sido retirados a alguém, este caso ficará agravado pelas práticas do crime de furto e de dano.

Para o presidente da Animal, «aquilo que este jovem faz não pode ser compreendido ou aceite sob perspectiva alguma. É um acto puramente mau, cruel». «Se Portugal fosse um país civilizado, o seu quadro penal contemplaria pena de prisão para quem cometesse actos desta natureza», afirmou.»»
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VENTO EM POPA

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Não sou dos que simpatizam muito com as eólicas mas antes assim que pior. O negócio vai bem e recomenda-se. Ainda bem.

««in diario digital, 15-03-2006 17:27:22

««VENTONORTE PREVÊ INVESTIR 1.319 ME EM ENERGIA EÓLICA

Por Filipe Rodrigues da Silva

O consórcio Ventonorte anunciou esta quarta-feira em Lisboa que pretende investir 1,319 mil milhões de euros (ME) em energia eólica no nosso país, entrando no concurso lançado pelo Governo para a atribuição de licenças para o sector.

O consórcio é liderado pela italiana Enel e a espanhola Union Fenosa e além do valor a investir pretende criar 1.266 novos postos de trabalho num cluster industrial e na instalação de 15 parques eólicos - essencialmente no norte do País - para 1.000 Mega Watts (MW) de potência, segundo foi anunciado pelo presidente da consórcio, Miguel Antonanzas.
«Não acredito que exista melhor cluster industrial que o nosso. Somos os únicos com empresas com capacidade de produção e de desenvolvimento das energias eólicas», referiu, em conferência de imprensa para a apresentação da Ventonorte.

Nesse sentido, o investimento industrial, directo e indirecto, através da construção de uma fábrica de pás de rotores e cone e outra de torres, totaliza os 62,6 milhões de euros e permitirá a criação de 842 postos de trabalho directos e 424 indirectos.

A Enel e a Union Fenosa controlam 64% do consórcio Ventonorte. Além deste núcleo duro, o consórcio é constituído pela empresa alemã WPD - com 27% -, a nacional Enervento (5%) e a companha índia Suzlon (com 4%).

Estas empresas têm como potenciais localizações para o seu cluster industrial as zonas de Estarreja, Vagos e Leiria.

Como pontos fortes, o presidente do consórcio refere a capacidade industrial à escala internacional, através da Suzlon, e o valor estratégico do projecto industrial, uma vez que a Suzlon quer estabelecer em Portugal a sua primeira unidade de produção para a transformar numa plataforma de expansão a nível europeus.

Segundo o revelado pelo Ministério da Economia, o concurso visa a atribuição de uma licença de 1.000 MW de capacidade instalada, seguido de mais um bloco de 500 MW, podendo ainda ser atribuído mais 200 MW a pequenos produtores.

O processo de atribuição de licenças deve estar concluído até Julho.

Além da Ventonorte, já apresentaram a candidatura ao concurso os consórcios liderados pela EDP, outro pela Galp Energia e outro pela Iberdrola e Gamesa.

15-03-2006 17:27:22 »»
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AMIGOS SOBREIROS

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Grande notícia a mostrar que as autarquias fazem coisas boas e certas, pensando no próximo futuro das futuras gerações. OK.

««in jornal «público», 28.03.2006 - 16h36 /com Lusa

««AUTARQUIA QUER COLOCAR MAIS 9600 ÁRVORES EM OUTUBRO
CÂMARA DE LISBOA PLANTOU 2300 SOBREIROS NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

A Câmara Municipal de Lisboa concluiu este mês a plantação de 2300 sobreiros no Parque Florestal de Monsanto, onde pretende colocar em Outubro mais 9600 árvores.

Os sobreiros (Quercus suber) foram plantados na Encosta do Calhau, numa área de 3,67 hectares que foi alvo de uma limpeza em 2005 devido a uma infestação de acácias.

A plantação dos sobreiros teve como objectivo a preservação da humidade do solo e a redução dos níveis de evaporação de água naquela área, até agora muito seca durante o Verão, devido à grande exposição solar a que está sujeita, adianta o pelouro do Ambiente e Espaços Verdes em comunicado.

Para a reflorestação foi escolhida uma espécie mediterrânica, geneticamente já adaptada ao solo e ao clima português.

Em Outubro serão plantadas 9600 árvores em diversas zonas de Monsanto, nomeadamente nas encostas do Caramão da Ajuda, de Montes Claros e junto à Auto-estrada Lisboa-Cascais (A5).»»
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